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BR-277 inteira duplicada: essa é a proposta do novo pedágio do Paraná

Por: Elite FM
Publicado em 01/07/2020
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Foram muitas campanhas nas últimas duas décadas pedindo a duplicação da BR-277-Foto: Marcelino Duarte/Arquivo Gazeta do Povo

Na verdade um abuso  aos usuários de uma das rodovias mais importantes do Estado não estar totalmente duplicada com os absurdos valores  do  pedágio mais caro do país e envolvidos em longa história de-corrupção. Essa duplicação é uma condição que o governador Ratinho Junior não abre mão. Assim o secretário estadual de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex de Oliveira, respondeu ao ser perguntado sobre a duplicação de toda a extensão da BR-277, uma das principais rodovias federais do estado, 100% paranaense, cortando de ponta a ponta, de Leste a Oeste. Pela proposta prévia de modelagem para o pedágio a ser licitado em 2021, ainda restariam cerca de 50 quilômetros em pista simples na BR-277, mas isso ainda está em negociação e pode mudar nos próximos dias, tendo em vista que a duplicação total é vista como estratégica para o desenvolvimento do estado e para a elevação de nível da rodovia. Dos 726 quilômetros da BR-277, de Paranaguá a Foz do Iguaçu, apenas 228 quilômetros são em pista dupla. Ou seja, são quase 500 quilômetros em pista simples. O contrato de concessão assinado em 1997 previa grandes trechos de duplicação na BR-277, alguns foram retirados por aditivos firmados em 2000 e 2002, mas a previsão de fazer toda a rodovia em pista dupla nunca foi formalizada. Nas últimas duas décadas, foram vários os protestos e as campanhas pela realização de obras na via. No caso da BR-277, chama a atenção a quantidade de longas extensões sem nem terceira pista, o que dificulta ultrapassagens. João Arthur Möhr cita que, entre Laranjeiras do Sul e Cascavel, há um trecho de 75 quilômetros sem nenhuma faixa adicional. Ele aprova a ideia de duplicar toda a BR-277, alegando que há viabilidade técnica e econômica, justificada pelo tráfego, destacando que é uma importante via de transporte de cargas e também de circulação de pessoas, que poderia impulsionar o desenvolvimento do estado. 


Fonte: Gazeta do Povo e Elite Fm