Gestão mais técnica e menos ideológica: o que esperar de Carlos Decotelli à frente do MEC - Elite FM 101.7 - Energia positiva no ar!

Gestão mais técnica e menos ideológica: o que esperar de Carlos Decotelli à frente do MEC

Por: Elite FM
Publicado em 27/06/2020
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Carlos Alberto Decotelli é o novo ministro da Educação. Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado/Gazeta do Povo

Carlos Alberto Decotelli da Silva, 67 anos, que acaba de ser nomeado novo ministro da Educação pelo presidente Jair Bolsonaro, chegou apresentando proposta de diálogo. A expectativa é de que o oficial da reserva da Marinha, professor na FGV, e ex-presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), adote perfil técnico e menos ideológico à frente da pasta. Logo após a nomeação, Decotelli afirmou que o ministério deve "arregaçar as mangas" e começar a colocar em prática políticas públicas. Espera-se, diferentemente do que ocorreu na gestão de Weintraub, que a chegada do novo ministro oportunize melhor diálogo com o Congresso Nacional, com a Comissão de Educação do Senado Federal. Sobretudo, ele promete participar mais ativamente da discussão a respeito do novo Fundeb. "Nós tínhamos um diálogo forte com o parlamento na época do FNDE", afirmou. "Nossa intenção é de que o MEC seja uma grande sala de aula. Tenho hábito de falar de maneira pedagógica, de estar dialogando. Nossa prioridade será trabalho com gestão integrada", afirmou, a jornalistas. Para além do Congresso, o novo ministro deve retomar o diálogo com entidades representativas da educação, além das universidades federais. "Universidades federais, centros técnicos, melhor diálogo também com as entidades de classe como o Consed, ou seja, todos aqueles que querem fazer o melhor pela educação brasileira. Então, diálogo, gestão e integração operacional", afirmou. “Se realmente o novo ministro  quiser melhorar o sistema, precisa  criar um projeto de Estado para a educação com sua estrutura de funções e metas, seguindo os trâmites dos países de primeiro mundo em educação, com mudanças pedagógicas inovadoras e deixar de lado ações anacrônicas de pedagogos  de 50 anos atrás e focar principalmente na crititicidade dos alunos, tendo  por base a  matemática, a leitura e interpretação de textos. Evidente que o professor é a mola mestra da educação e este deve  avançar e muito na qualificação.


Fonte: Gazeta do Povo e Elite Fm