Mercado financeiro reagiu bem ao famoso vídeo da reunião ministerial - Elite FM 101.7 - Energia positiva no ar!

Mercado financeiro reagiu bem ao famoso vídeo da reunião ministerial

Por: Elite FM
Publicado em 28/05/2020
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Jair Bolsonaro e Sergio Moro durante a reunião ministerial de 22 de abril. Foto: Marcos Correa/Presidência da República/Gazeta do Povo

O mercado financeiro diferentemente da área política,é muito pragmático e se guia pela eficiência não por controvérsias e  avaliou que não há crime neste vídeo. Após a divulgação a bolsa subiu e o dólar baixou 2% diante de sucessivos aumentos. A tal de “bala de prata” não aconteceu não havendo comprovação sobre intromissão indevida na PF por parte do governo, portando não cabe processo. As declarações de Paulo Guedes apontando como medidas econômicas, o ajuste fiscal, reformas estruturais soaram como música aos ouvidos dos investidores. Economistas da XP consideraram que o teor do vídeo causou frustração àqueles que esperavam  efeitos bombásticos, mas que na realidade trouxe pontos positivos ao mercado. Houve palavrões, desafabos, críticas sem apontar nomes específicos e segundo advogados quando não se aponta nomes, não há crime. Paulo Guedes é muito estimado pelos empresários e investidores e sua saída seria inoportuna para a economia do país. Embora certos veículos de imprensa vacinados contra o governo Bolsonaro quisessem carregar as tintas de um vídeo que entendiam como devassador, nada disso aconteceu para quem segue o pragmatismo nos fatos e ninguém melhor que o setor econômico para dar ao país uma avaliação mais realista, afinal, a economia se guia pela eficiência e não por vias tendenciosas exibidas há muito tempo. Com o vídeo criaram-se expectativas irreais, e que justamente por serem irreais não se concretizaram, para decepção de uns e comemoração de outros. Seria muito ingênuo imaginar que, diante de dezenas de ministros, Bolsonaro montasse ou admitisse explicitamente alguma tramoia de grandes proporções com o objetivo de proteger a si mesmo ou aos filhos – e, de fato, nada disso ocorreu. Até por isso, a discussão se voltou para uma série de aspectos secundários, seja para elogiar, seja para criticar: desde o linguajar chulo – que, bem sabemos, nunca foi exclusividade do atual ocupante da cadeira presidencial – até o tom militante das falas do presidente e de alguns ministros, passando por discussões de toda sorte entre os participantes da reunião. Quem esperava uma bomba, ouviu um tiro de festim. 


Fonte: Gazeta do Povo