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O que você precisa saber para identificar um bom vinho

Por: Elite FM
Publicado em 24/05/2020
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Foto:Laudi Carlos Vedana

 In vino veritas...Que vinho beber, que rótulo escolher? Pergunta que assalta desde o iniciante até um consagrado bebedor, com muitas décadas e milhares de garrafas de experiência. No fundo, é uma santa pergunta. Longe de ser um dilema inibidor, estimula a imaginação e revela uma dádiva, pela grande diversidade de vinhos existentes, em qualquer faixa de preços. Como me orientar em relação à garrafa que vou comprar – ou que já tenho na adega – e beber? Os quatro pontos cardeais ajustados para o vinho são: produtor, região, casta e safra. Funciona em qualquer gama de preços. Ao Norte, quem faz o vinho, o produtor, a personificação do trabalho e da arte humana, seja no trato do vinhedo, seja na faina da adega. Leste e Oeste, percurso da trajetória do sol, casta e região, com o conceito de terroir, que faz parte  dessa linha luminosa. Ao Sul, a safra. Os três últimos refletem a mais pura natureza, a base natural dos vinhos. Esses 4 fatores é que dão personalidade a cada rótulo. Cada região tem características próprias que se transferem aos vinhos, que serão sempre diferentes em cada país. Produtor : Este é o Norte. Bons produtores fazem vinhos melhores e mais completos. A  região de origem confere personalidade própria ao vinho,em função dos solos e clima próprios. A casta passou a ser novo e relevante fator de identificação. O rótulo destaca a uva:Cabernet Sauvignon, Chardonnay, Syrah, Pinot Noir,e assim por diante.As diferentes castas viníferas em todo planeta devem ir ao milhar ou mais. A safra molda o mesmo vinho, de um mesmo local e castas, de forma diferente a cada ano. Safras mais calorosas dão vinhos mais alcoólicos, cheios, mais opulentos, muitas vezes com laivos confeitados, taninos menos ostensivos e, no pior, chatos e sem vida. Mais frias, nubladas, uvas menos alcoólicas, mais adstringentes, mais acidez, mais profundidade, maior austeridade e, no pior, duros e insípidos. As colheitas superiores são as mais equilibradas e que permitem a melhor maturação fenólica das uvas. Há tantas informações sobre vinhos, que na prática as pessoas que tomam a bebida formam o seu conceito de avaliação e no final chega-se à conclusão prática: ”Vinho bom é aquele de que  você gosta”. Vinhos caríssimos  chegam a esse valor para atender aos  que têm muito dinheiro e se realizam ao comprar os mais caros.


Fonte: Gazeta do Povo

Fonte das fotos: Fotos:Laudi Carlos Vedana