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Politização do coronavírus é conduta totalmente desnecessária e contraproducente

Por: Elite FM
Publicado em 19/05/2020

As divergências sobre o uso da cloroquina (ou da hidroxicloroquina) e sobre o melhor tipo de isolamento social para combater a pandemia do coronavírus encerraram a passagem de Nelson Teich pelo Ministério da Saúde. O vírus e Teich se tornaram protagonistas quando já era quase impossível, no Brasil, dialogar de forma serena com quem defende posições diferentes. Se a cloroquina e o isolamento vertical – ou seja, seletivo, com proteção maior aos grupos de risco e funcionamento dos negócios com medidas de prevenção – se mostrarem eficazes, isso significaria admitir que Jair Bolsonaro tem razão, o que chega a ser impensável para alguns setores, incluindo parte da ala política, da academia e da imprensa. No fundo, está sendo usado o discurso da ciência e da preservação de vidas apenas para mascarar o verdadeiro interesse, que seria a derrubada do governo. Tanto os medicamentos quanto as formas de isolamento deveriam ser avaliados pelos resultados concretos que estão oferecendo, e não por quem as defende ou rejeita. Cientistas nos laboratórios e médicos na linha de frente do tratamento aos doentes seguem testando fármacos os mais diversos testando  em que estágio da doença funcionam ou não. Bolsonaro acertou em cheio quando montou um ministério técnico, prescindindo de nomeações políticas. Quase tudo, quando o assunto é coronavírus, está sendo feito na base da tentativa e erro, já que o mundo não tinha receita pronta para lidar com uma pandemia com essas características. Efeitos colaterais de remédios é praxe, mas quando esse remédio se denomina cloroquina ou hisdroxicloroquina, para alguns políticos, e parte de alguns órgãos de imprensa, parece um atestado de óbito antecipado. 


Fonte: Gazeta do Povo e Elite Fm