O que esperar do Ministério da Saúde sob o comando de Nelson Teich - Elite FM 101.7 - Energia positiva no ar!

O que esperar do Ministério da Saúde sob o comando de Nelson Teich

Por: Elite FM
Publicado em 20/04/2020
img
Ministro Nelson Teich em sua posse, em 16/04/2020| Foto: Carolina Antunes/PR/Gazeta do Povo

O discurso do médico oncologista Nelson Teich durante a cerimônia de posse não conteve nenhuma menção à cloroquina e à hidroxicloroquina, substâncias que o presidente Bolsonaro tem mencionado como alternativas para o tratamento da Covid-19, mesmo sem consenso da comunidade científica. Também em sua fala, Teich rejeitou a existência de uma polarização entre a preservação de empregos e a defesa da saúde. "Essas coisas [economia e saúde] não competem entre si. Elas são completamente complementares. Quando você polariza uma coisa dessas, você começa a tratar como se fosse pessoas versus dinheiro, o bem versus o mal, empregos versus pessoas doentes. E não é nada disso", afirmou. Também em sua fala, Teich rejeitou a existência de uma polarização entre a preservação de empregos e a defesa da saúde. "Essas coisas [economia e saúde] não competem entre si. Elas são completamente complementares. Quando você polariza uma coisa dessas, você começa a tratar como se fosse pessoas versus dinheiro, o bem versus o mal, empregos versus pessoas doentes. E não é nada disso", afirmou.Quanto à equipe o ministro disse que vai conversar com o presidente. Fora do campo de ação do Ministério da Saúde, a chegada de Teich pode representar um novo estágio na relação entre o presidente Bolsonaro e a classe política. Bolsonaro em entrevista à CNN Brasil foi incisivo contra o presidente da Câmara:"O Brasil, quero deixar bem claro, não merece o que o senhor Rodrigo Maia está fazendo. O Brasil não merece a atuação dele dentro da Câmara. Não é o Parlamento brasileiro, é a atuação dele. Rodrigo Maia, péssima a sua atuação. Quando você fala em diálogo, a gente sabe qual é o teu diálogo, então esse tipo de diálogo não vai ter comigo", falou.


Fonte: Gazeta do Povo