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As 3 grandes perguntas que ninguém está respondendo

Por: Elite FM
Publicado em 16/04/2020
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A comunidade científica precisa responder urgentemente a algumas perguntas, senão corre o risco de perder sua credibilidade-Foto: Pixabay/Gazeta do Povo

De acordo com membros do governo federal e dos governos estaduais e municipais, os norte-americanos começaram a achatar a curva da pandemia de coronavírus.A empolgação diante disso foi contida — afinal, tendências podem se reverter facilmente — mas real. Os norte-americanos obedeceram às recomendações e ordens. Eles deixaram seus empregos e ficaram em casa; eles praticaram o distanciamento social; em muitos lugares, eles passaram a usar máscaras.O resultado foi uma redução nas hospitalizações e mortes. De acordo com o Instituto de Estatísticas Médicas da Universidade de Washington, que tem o modelo matemático mais citado pelos membros da administração Trump, a necessidade de leitos hospitalares no pico da pandemia foi revisada para baixo e diminuída em 120 mil leitos, 13 mil ventiladores e 12 mil mortos a menos até agosto.Eis o problema: ainda não temos respostas para questões fundamentais que permitirão que a economia seja reaberta.Primeiro, qual a taxa de letalidade verdadeira do coronavírus? Essa pergunta é importante porque determina se certas regiões devem ficar abertas ou fechadas, se devemos ter em mente uma sociedade mais livre, ao estilo da sueca, que pressupõe o contágio universal, ou se vamos prolongar o isolamento.Não sabemos quantas pessoas morreram de coronavírus. Algumas fontes sugerem que o número tem sido exagerado, já que a causa da morte, sobretudo entre os mais idosos, pode variar. Algumas fontes sugerem que o número é subestimado, já que muitas pessoas estão morrendo em casa.O que levanta a terceira questão: o que exatamente podemos fazer?Seremos capazes de realizar dezenas de milhões de exames nos próximos meses — convencendo as pessoas a se examinarem regularmente, já que o vírus é contagioso, mas muitos vetores são assintomáticos? Seremos capazes de criar um sistema de rastreamento do contágio para 330 milhões de norte-americanos — e estamos dispostos a nos submeter a isso?Precisamos de transparência e honestidade por parte da comunidade científica — precisamos saber o que eles sabem, o que não sabem e quando esperam encontrar respostas para o que desconhecem.

 


Fonte: Gazeta do Povo