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Telemedicina: como funciona a consulta virtual durante a pandemia

Por: Elite FM
Publicado em 14/04/2020
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Planos ainda se organizam para a telemedicina-Foto: Bigstock/Gazeta do Povo

A pandemia do novo coronavírus abriu uma exceção na rotina das consultas médicas. Agora, quem precisar pode ser atendido à distância por um médico. A telemedicina foi autorizada pelo Ministério da Saúde - em caráter de emergência -, e vai funcionar apenas enquanto houver recomendação de isolamento social. Os serviços, porém, não se restringem aos ligados à Covid-19, mas abrangem todas as especialidades médicas, que vão desde uma orientação pediátrica até uma consulta com um cirurgião plástico. Não existe uma lista restritiva de especialidades imposta pelo Ministério e nem pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). Mas, mesmo sem proibição a qualquer tipo de atendimento, a orientação é para que as consultas feitas sejam aquelas urgentes, em que o prejuízo seria maior se o paciente fosse a um hospital ou consultório e corresse o risco de entrar em contato com muitas pessoas. Por isso, o atendimento médico online é indicado especialmente para os idosos, que são hoje o maior grupo de risco para o coronavírus. "O geriatra Carlos Sperandio conta que muitos idosos ainda não sabem que existe essa possibilidade e que no momento é o melhor caminho, pois esse tipo de atendimento seria o ideal para protegê-los da pandemia. Além das reconsultas com os médicos que já iniciaram algum atendimento com o paciente no consultório, existem as novas práticas à distãncia. No Brasil, sites, clínicas e startups prestam o serviço. Um deles é o dr.consulta. Ele oferece 18 especialidades - entre elas cirurgia plástica, urologia, psiquiatria, reumatologia - além de um serviço de orientação sobre a Covid-19.Funciona assim: o paciente escolhe entre profissionais de três estados (São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais), agenda a consulta no horário disponível e faz o pagamento com cartão de crédito.Uma dificuldade da telemedicina é o pagamento. Por enquanto, mesmo com os atendimentos de emergência por causa do coronavírus, não existe ainda um sistema dos planos de saúde em que o médico conveniado possa anotar o número da carteirinha do paciente e repassá-lo ao plano. Portanto, a maioria das consultas são particulares e o valor é combinado diretamente com o médico.


Fonte: Gazeta do Povo