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Ciência derruba boato: coronavírus NÃO foi feito em laboratório

Por: Elite FM
Publicado em 22/03/2020
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Foto: Unsplash /Gazeta do Povo

Cientistas dos Estados Unidos, Reino Unido e Austrália testaram o material genético do vírus encontrado em Wuhan e concluíram que não houve manipulação. "Não foram só as tias do WhatsApp que ficaram desconfiadas, os cientistas também ficaram de orelha em pé com a história obscura sobre a origem da epidemia de coronavírus em Wuhan, na China. Difícil acreditar em qualquer narrativa criada pelo Partido Comunista Chinês. Pouco adianta, no entanto, tentar especular sobre o que seria o grande mistério sem ter informações e fatos para analisar. Cientistas de 5 instituições diferentes dos Estados Unidos, Inglaterra e Austrália se uniram para rastrear o RNA do vírus e verificar se há alguma possibilidade de ele ter sido criado artificialmente. Concluíram que não há. Essa informação é essencial para evitar novas infestações da mesma dimensão no futuro e ela precisa ser exata. Há mais de 5 mil variações de coronavírus já identificadas pelos cientistas. Há 30 anos há trabalhos científicos apontando a possibilidade de que vírus transitassem entre receptores sem necessidades de grandes mutações. Isso efetivamente aconteceu com a epidemia de SARS em 2002 e 2003. Desde então, os cientistas têm tentado buscar vacinas e remédios para essas famílias de vírus e uma das formas é fazer modificações artificiais. Exatamente por isso eles sabem identificar a diferença entre mutações naturais e artificiais. O estudo publicado na revista científica Nature mostra os pontos específicos de diferença entre dois tipos de coronavírus humanos, sendo um deles o da pandemia atual e aqueles muito semelhantes a ele encontrados no pangolin e no morcego. A intenção é descobrir se as mutações de um para outro coincidem com as já feitas anteriormente ou com os protótipos para mutações laboratoriais que existem. Desse modelo, analisado tanto pelos cientistas quanto por computadores, a conclusão é que "é improvável que o SARS-CoV-2 tenha surgido pela manipulação laboratorial de algum coronavírus da família SARS-CoV". A primeira evidência analisada é a forma como o vírus entra nas células humanas. Longe de um organismo vivo, o vírus é como um mineral, inerte. Nesse estudo se descobriu algo confirmado agora: o RNA do coronavírus do pangolim e do morcego é mais de 90% compatível com o encontrado no ser humano. No estudo internacional, a tal conexão foi mapeada e a forma como o vírus conseguiu se conectar com essa enzima humana é diferente e mais eficiente do que o previsto pelos cientistas chineses. O estudo afirma que "se tivesse havido manipulação genética, seria usado algum dos inúmeros sistemas de genética reversa para betacoronavírus. De qualquer forma, os dados genéticos mostram de maneira irrefutável que o SARS-CoV-2 não é derivado de nenhuma 'espinha dorsal' de vírus já usada previamente.


Fonte: (Madeleine Lacsko-GP)