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Em que pé estão os projetos que cortam as mordomias de ex-presidentes

Por: Elite FM
Publicado em 19/03/2020
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Imagem:Internet/https://www.estadosecapitaisdobrasil.com/presidentes-do-brasil/

Dois projetos em andamento no Senado propõem o fim de mordomias pagas com dinheiro público a ex-presidentes da República condenados por crime de responsabilidade, crime comum ou que esteja preso. Na Câmara, 14 projetos tratam do assunto tão grave  que causa prejuízo de R$ 6 milhões por ano. Uma das propostas, apresentada pelo então deputado Jair Bolsonaro, foi escolhida pela relatora como a mais adequada para continuar tramitando. O relator da matéria, Oriovisto Guimarães , lamenta a demora: “está há seis meses na fila. Estou esperando que a senadora Simone Tebet  coloque na pauta para votação, mas ela não põe”. Atualmente, seis ex-presidentes usufruem das mordomias – José Sarney, Fernando Collor, Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff e Michel Temer. Segundo a Presidência da República informou ao blog, as despesas dos seis chegaram a R$ 5,9 milhões no ano passado. A mais gastadora foi Dilma, com R$ 1,5 milhão, sendo R$ 544 mil com viagens por 14 países. Só a viagem de férias para Nova York, com dois assessores, durante 37 dias, custou R$ 164 mil. “Não pode um condenado manter esse privilégio”, diz relator. Pelo projeto de Alvaro Dias, apresentado em setembro de 2016, os ex-presidentes mantêm o direito a utilizar quatro servidores para segurança e apoio pessoal, mais dois veículos oficiais com motoristas, com despesas custeadas pela Presidência da República, exceto no caso de perda de mandato por condenação do Senado Federal em processo por crime de responsabilidade, ou pelo Supremo Tribunal Federal, por crime comum. Esse dispositivo corta imediatamente as mordomias para Dilma e Lula,que além de  gastar dinheiro público viajam para falar mal do Brasil  dizendo serem inocentes,o que afronta a justiça brasileira.Oriovisto afirma que esses direitos existem em vários países, mas faz essa ressalva: “O que não pode é esse privilégio continuar para presidente que foi deposto, condenado pelo Senado ou por crime comum. É o caso do Lula, por exemplo, que perderia o direito. A Dilma e Collor sofreram impeachment, foram condenados por crime de responsabilidade”.”E mesmo   para quem foi presidente não há justificativa para mordomias. Se foi presidente, agora é ex e ex só serve para estatística e para a história.”


Fonte: Gazeta do Povo e Elite Fm