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Lideranças de Pato Branco não abrem mão de investir em aeroporto e Amsop defende aeroporto regional com visão de futuro

Por: Elite FM
Publicado em 15/03/2020
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Imagem: Maquete do novo aeroporto de Pato Branco/Assessoria Departamento de Imprensa Municipio de Pato Branco

A prefeitura municipal de Pato Branco, Instituto Regional de Desenvolvimento Econômico e Social, Irdes, Associação Comercial e outras entidades de Pato Branco e até de Sta.Catarina, estão cientes de que não podem  perder o bonde do desenvolvimento  através do aeroporto de Pato Branco, já viabilizado para voos regulares, que  já no primeiro ano movimentou mais de 18 mil usuários.  Com a nova etapa de aumento de pista e demais exigências da Infraero, o aeroporto passará da categoria 2C para 3C, que dará condições para operar aviões maiores, como o Boing 737,que exige pista mínima de  1.520 m e o aeroporto de Pato Branco terá 1.610 m e com estrutura aeroportuária para os próximos 30 anos ,mesmo dentro do perímetro urbano, a exemplo do Congonhas em S.Paulo. O empresário Ricardo Guerra declarou que não se trata de desunião, mas de investimentos que unem o Sudoeste ao sistema aéreo nacional, e aplicação de recursos de forma racional representando um custo-benefício, não apenas em valores, mas em tempo para a conclusão da obra. Por sua vez, o vice-prefeito de Francisco Beltrão e coordenador da proposta da Amsop para a implantação do aeroporto regional em Renascença, Antônio Pedron, declarou que não há argumento que justifique investimentos nos aeroportos de Beltrão e Pato Branco e para ele, empregar bem o dinheiro público seria no Aeroporto Regional em Renascença, com investimento abaixo de R$ 150 milhões, declarou Antônio Pedron. Poderia ser uma ideia futurista, pois com R$ 150 milhões não se faz um aeroporto, muito menos regional. Basta dizer que apenas uma etapa da reforma do aeroporto de Pato Branco custa R$ 50 milhões, fora o que foi gasto na primeira etapa.Pensar que aeroporto regional sirva para transporte de mercadorias é ideia mais que futurista,pois nem mesmo Curitiba tem esse serviço e para o sudoeste seria viável o trem. O mais importante desta dispensável “pendenga” está a premente necessidade do aeroporto agora, e não para daqui a 10 ou 20 anos e graças à visão do prefeito Augustinho Zucchi,o Sudoeste  já tem voos regulares  e condições de aeronaves maiores e novas empresas de aviação interessadas em conectar o Sudoeste e Noroeste catarinense  ao sistema áereo nacional.(Rádio Elite)

 


Fonte: Rádio Elite Fm