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O que o governo pretende fazer para enfrentar a crise do coronavírus e do petróleo

Por: Elite FM
Publicado em 14/03/2020
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Foto: Marcos Correa/PR

Em meio a uma semana que começou com pânico no mercado financeiro devido à queda do preço do barril de petróleo e à expansão do surto de coronavírus, o governo brasileiro defendeu serenidade para enfrentar a crise. Os ministros Paulo Guedes (Economia) e Bento Albuquerque (Minas e Energia) descartaram medidas emergenciais e afirmaram que a aprovação das reformas econômicas é o melhor caminho para o Brasil crescer mesmo diante da turbulência mundial. Não houve qualquer sinalização de iniciativas de aumento dos gastos públicos, como investimentos em infraestrutura, por exemplo. A Petrobras afirmou que é "prematuro" falar sobre o impacto da queda do preço do petróleo – ao menos por enquanto, os preços de gasolina e diesel não acompanharam a desvalorização do barril. Por sua parte, o presidente Jair Bolsonaro, embora afirme haver uma "pequena crise", disse que o tema coronavírus é "muito mais fantasia", e "não é isso tudo que a grande mídia propala ou propaga pelo mundo todo". "Temos de manter absoluta serenidade e a melhor resposta à crise são as reformas. Vamos mandar a reforma administrativa, o pacto federativo já está lá, vamos mandar a reforma tributária e seguir nosso trabalho. O Brasil tem dinâmica própria de crescimento. O Brasil não vai ao sabor do vento internacional. Se fizermos as coisas certas [as reformas], o Brasil 'reacelera'. Se fizermos as coisas erradas, o Brasil piora”, afirmou o presidente. Diante do cenário de crise global, o ministro Paulo Guedes  tentou mostrar otimismo. “Nós estamos absolutamente tranquilos, a equipe econômica está tranquila. É uma equipe capaz, experiente e segura. Já vivemos isso várias vezes. Conhecemos isso. Sabemos lidar com isso. Estamos absolutamente tranquilos quanto a nossa capacidade de enfrentar a crise”. 


Fonte: Gazeta do Povo