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Culpa Zero: a esquerda e os “fascistas

Por: Elite FM
Publicado em 09/03/2020
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Durante a campanha eleitoral de 2018, professores e alunos da UFF organizaram eventos para classificar Jair Bolsonaro de “fascista”. Foto: Reprodução / Facebook/Gazeta do Povo

Quando, inspirado no filme  Bastardos Inglórios, de Quentin Tarantino, Marcelo D2 sugeriu que fosse retalhada uma suástica na testa de todo direitista do país, seguia apenas, sem o saber, uma velha tradição revolucionária: a de lançar no adversário a pecha de “fascista” para legitimar o uso da violência contra ele. Quando Stalin ordenou que uma picareta fosse cravada no crânio de Trotski, era de um “fascista” que alegava estar livrando o planeta. É também via esse expediente que, no Brasil,  quando todos os que defendem Bolsonaro são tachados de fascistas, mesmo   pelos mais de 99% que não sabem nada do que é realmente o fascismo. Há jornalistas que, inclusive, endossam eventos que celebram a facada de que foi vítima o então candidato Jair Bolsonaro nas eleições de 2018. Tudo ,é claro, com a justificativa de que a vítima era, afinal de contas, um “fascista”, e de que, portanto, mereceu. O sentimento de culpa não integra a estrutura de consciência do esquerdista, e isso faz com que os males políticos por ele cometidos sejam mais profundos e destruidores que os demais. Os militantes da esquerda revolucionária imaginam-se sempre como feras acuadas. Sua violência política é sempre pensada como reação. Há duas coisas que o comunismo faz sempre em escala industrial: denunciar e matar. O militante de extrema-esquerda vê a eliminação dos “fascistas” como um dever sacrossanto. E “fascistas” são todos aqueles que essa própria extrema-esquerda define como tal. "Culpa zero! – eis a síntese da mentalidade extremo-esquerdista.” Basta dizer que Lula  se declara sempre inocente  e o tsunami de provas é fruto de perseguição”.


Fonte: Flávio Gordon -doutor em Antropologia- Gazeta do Povo