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Setor imobiliário planeja construir 1 milhão de moradias e gerar 2,8 milhões de empregos

Por: Elite FM
Publicado em 03/03/2020
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Pato Branco deverá ter o maior crescimento na construção civil dos últimos anos atraindo investidores de toda a região.Foto:Laudi Vedana

O Índice de Confiança da Construção, da Fundação Getulio Vargas (FGV), teve queda de 1,4 ponto em fevereiro, mas está longe de abalar as projeções otimistas do setor imobiliário. Para o mercado de habitação, a queda foi pontual. Nem mesmo a nebulosidade que encobriu a economia nas últimas semanas, em decorrência do coronavírus e da redução de estimativas de crescimento do PIB, tirou o ânimo do segmento da construção ligado aos imóveis residenciais. As previsões vão longe. Em um plano apresentado ao governo, a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), entidade que representa um grande número de empresas do setor, diz que o mercado imobiliário teria potencial para construir até 1milhão de novas moradias em 2020, com geração de 2,8 milhões de empregos diretos. O otimismo aumentou após o segundo trimestre de 2019, quando o setor da construção civil registrou crescimento de 2%, segundo levantamento do IBGE, quebrando um ciclo de cinco anos de quedas. A estimativa é de que Produto Interno Bruto (PIB) do setor tenha crescido 2,0% em 2019 (os números ainda não foram fechados, mas até o fim do terceiro trimestre, a alta já havia alcançado 1,7%). O saldo de geração de empregos da construção civil em 2019 foi o melhor desde 2013. No ano passado foram criados 71 mil empregos, segundo dados divulgados pela Abrainc, equivalente a 11% do total de empregos gerados no Brasil.Apesar dos indicativos de recuperação dos alicerces, para atingir a meta de construir 1 milhão de unidades em 2020 – o que ajudaria a reduzir o déficit habitacional do país  as incorporadoras dependem não de uma pequena ajuda, mas de uma grande colaboração do governo. A Abrainc prevê que metade dessa estimativa  – ou seja, cerca de 500 mil moradias – seriam do programa de habitação do governo, que ainda não foi totalmente definido.“Para 2020, esperamos um crescimento nos lançamentos de 20% a 30% no segmento MAP (imóveis de médio e alto padrão) e, para o Minha Casa Minha Vida (MCMV), a estimativa é de um aumento de 10% nos lançamentos comparados com os últimos anos. 


Fonte: Gazeta do Povo