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Quem são as forças políticas que torcem para o Brasil dar errado

Por: Elite FM
Publicado em 28/02/2020
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J.R.Guzzo-jornalista – Gazeta do Povo/Imagem/Twiter.com

Há pessoas, grupos e organizações que atuam na linha do “quanto pior, melhor” com o mesmo empenho e palavreado da esquerda. Há, na política brasileira de hoje, duas forças com interesses diferentes e um objetivo comum trabalhando contra o governo. A primeira é a oposição direta – o PT, seus partidos-satélites da esquerda e os “movimentos sociais”. A segunda é a extensa coleção de pessoas, grupos e organizações que sob várias denominações, e com apoios que vão da universidade à CNBB, das “classes cultas” à maior parte da mídia, se opõe ao presidente Jair Bolsonaro com o mesmo empenho e quase o mesmo palavreado da esquerda. Seus interesses se chocam porque ambos querem ir para o poder, e não há lugar para todos. Seu objetivo comum é fazer o Brasil dar muito errado nos próximos três anos – pois se der razoavelmente certo, não mais do que isso, nenhum dos dois tem qualquer futuro. As duas forças dizem que não é assim, claro. No seu discurso, garantem que são apenas contra o governo, não contra o país, e que torcem para tudo melhorar. Mas é só conversa.(Até agora nada apresentaram de positivo para o país. Sabem perfeitamente que só poderão ir para o governo nas eleições presidenciais de 2022 se houver um desastre na economia e em tudo o mais que importa de verdade para a população. É esse o grande problema de quem, por qualquer razão que seja, se coloca como inimigo do governo de Bolsonaro. Os oposicionistas não têm um programa de ação, ou propostas concretas do que pretendem fazer se chegarem lá em cima, ou ideias coerentes para apresentar ao eleitorado. Tudo o que têm é o intenso desejo de derrubar os atuais ocupantes do Palácio do Planalto – nas próximas eleições, ou de preferência antes disso, através de um impeachment do presidente. Mas para acontecer qualquer das duas coisas é indispensável que nada dê certo – no crescimento, no emprego, nos investimentos, no combate ao crime, na infraestrutura, nas contas públicas, nas reformas indispensáveis à salvação do país e por aí afora. O problema, no caso, é que o bloco todo que se opõe ao governo não tem, realmente, o controle sobre essas variáveis; não depende dele se o Brasil vai melhorar ou piorar nos próximos anos. Podem tentar atrapalhar ao máximo, e vão fazer isso. Mas sua ação, em si, não é capaz de garantir o fracasso do qual tanto precisam. 


Fonte: J.R.Guzzo-jornalista – Gazeta do Povo