Brasil poderá ser o último em impacto científico até 2023, prevê pesquisador - Elite FM 101.7 - Energia positiva no ar!

Brasil poderá ser o último em impacto científico até 2023, prevê pesquisador

Por: Elite FM
Publicado em 27/02/2020
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O que interessa para uma nação é a relevância das publicações científicas, e não sua quantidade, diz pesquisador- Foto- Gazeta do Povo

O Brasil está entre os 15 países do mundo que mais publicam artigos científicos. Com 81,7 mil papers, a comunidade científica brasileira foi a 14ª que mais produziu no mundo, em 2018,mas quantidade sem qualidade não vale nada. E no ranking qualidade o Brasil vai mal e não há interesse por eles. Entre os 49 países com mais de 100 mil artigos publicados nos 22 anos, o Brasil ocupa a 34ª posição em citações, com 10,5 citações por artigos. E essa classificação vem caindo ano a ano. Em 2017, entre os 70 países com mais de 3 mil artigos publicados, o Brasil ficou na 58ª posição e, em 2018, na 63ª, também de 73 nações. O que interessa para uma nação é a relevância das publicações científicas, e não sua quantidade. E a relevância o impacto de milhares de estudos, é medida pela análise das citações desses trabalhos. Assim o Brasil em quantidade de estudos médicos, por exemplo ficou em 42º em impacto entre 48 países com ao menos 2000 publicações na área. Esse problema de baixo impacto aconteceu em todas as áreas. Se analisarmos a queda de relevância que a ciência brasileira vem tendo desde 2005 e projetarmos para os anos seguintes, chegaremos à última posição do ranking em 2023. Para provar a ineficiência da produção científica das universidades basta dizer que a USP, tida como a melhor do Brasil, está em 775º lugar do mundo no ranking de impacto %-top10%”,posição  nada  interessante  sem  for  considerado o gasto das  insrituições.Raciocine: “Em 22 anos,com mais de 100 mil artigos publicados pelas universidades brasileiras, apenas 10 citações internacionais,prova que a ideologia esquerdista das universidades nada trouxe de positivo em produção científica.


Fonte: Gazeta do Povo e Elite Fm