Pesquisa revela: mesmo dormindo menos que o recomendado, brasileiro passa cada vez mais tempo no colchão - Elite FM 101.7 - Energia positiva no ar!

Pesquisa revela: mesmo dormindo menos que o recomendado, brasileiro passa cada vez mais tempo no colchão

Por: Elite FM
Publicado em 23/02/2020

Principal produto relacionado à qualidade do nosso sono, o colchão assumiu o lugar do sofá como espaço preferido de entretenimento dentro de casa. Isso significa que, apesar de dormir menos que o recomendado, o brasileiro tem passado cada vez mais horas no colchão - e sem tomar os devidos cuidados com a conservação e troca desse item. É o que revela o levantamento "Hábitos e percepções do sono: um estudo contemporâneo do repouso", encomendado pelo INER - Instituto Nacional de Estudos do Repouso. Com o entretenimento se tornando mais "móvel" - e aparelhos de TV sendo substituídos por celulares, laptops e tablets - o colchão também está passando por uma mudança de status: de um equipamento unicamente relacionado ao repouso e ao ato de dormir para um espaço de lazer que antes era apenas do sofá. Cerca de 60% dos entrevistados afirmaram utilizar o colchão para assistir filmes ou séries e 47% para colocar a leitura em dia. Há, ainda, quem medite (17%), jogue videogame (12%) e até mesmo faça refeições (16%) no colchão. Isso sem falar do uso das redes sociais: dois em cada três entrevistados afirmou usar o celular para conferir as últimas postagens quando já estão deitados em seus colchões. Um colchão que é utilizado 8h por noite para o repouso terá durabilidade diferente daquele no qual,  além de dormir, o indivíduo passa 4h a mais lendo, jogando videogame ou vendo TV.  O colchão não tem uma data de validade pré-determinada. A durabilidade desse produto depende muito da sua qualidade e utilização. Recomendamos que, após 3 anos de uso para colchão de espuma e 5 anos para colchões de mola, o consumidor fique mais atento às características do colchão: se a espuma ainda está firme, se é possível sentir irregularidades em sua superfície, se existem rasgos ou perfurações. É esse tipo de critério que irá indicar se o colchão precisa ou não ser trocado. 


Fonte: (Laura Pacheco (laura@verdelho.com.br)