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Repartições públicas são divididas entre pessoas e grupos de influência, notadamente políticos

Por: Elite FM
Publicado em 27/01/2020

É a história do “toma- lá- dá- cá” que tomou conta do país e Bolsonaro combate, mas encontra resistência, basta dizer que, nesse momento de escassez, acerta-se um fundo eleitoral, que este ano deverá ser de R$ 2 bilhões e Bolsonaro aprovou.  Como é sabido, por aqui, os papéis entre os campos público e privado são facilmente trocados, gerando superposição e invasão. A coisa pública se transforma em feudos de domínio pessoal. A corrupção, que tem sido alvo de investigações da Operação Lava Jato, resulta de ausência de institucionalização política eficiente. As autoridades subordinam seus papéis a demandas pessoais. Quando mais atrasadas as regiões, quanto menos controle das instituições pelos mecanismos de acompanhamento dos fazeres públicos, maiores os desvios. No escalão burocrático federal, as repartições, historicamente, são divididas entre pessoas e grupos de influência, a maior parte constituída de políticos que dão seu apoio e sustentação ao Governo. Nos Estados, os cargos são divididos entre os deputados federais, que montam nas estruturas burocráticas fortes exércitos de ocupação. Essas cotas integram o arsenal do que se conhece como “presidencialismo de coalizão”. Infelizmente, mesmo com a disposição do atual governo de implantar a meritocracia, o que seria muito aplaudido, com a nomeação de técnicos, na prática há farta divisão de posições pela esfera política ou por nomes de simpatizantes das crenças do presidente e seu entorno.(


Fonte: Gazeta do Povo