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Brasil dividido em três bandas: bolsonarista, a lulopetista/oposicionista e a centrista

Por: Elite FM
Publicado em 25/01/2020

 A indicação de mudança de voto recebe altos índices de intenção, reforçando os traços de incerteza e dubiedade que caracterizam o perfil do eleitor, fruto dos elementos de improvisação que se fazem presentes no caráter nacional. Há nisso alguma indicação de displicência? Sem dúvida. Decisões, que identificam uma forte cultura de protelação, são deixadas para a última hora na esteira de um comportamento que se identifica com um misto de lerdeza e negligência, despreocupação e negação de critérios de prioridade. Basta lembrar o rol de obras mal construídas, trabalhos mal feitos, acabamentos defeituosos, sujeiras nos lugares públicos.O brasileiro tem prazer pelas coisas que lhe trazem conforto ou benefício imediato. Só nesses tempos de turbulência política, com a divisão do país em três bandas – a bolsonarista, a lulopetista/oposicionista e a centrista – o brasileiro começou a se interessar pela macro-política, a política dos grandes projetos, das obras que gerarão efeitos benéficos no longo prazo. Mas o eleitor é exigente em relação às coisas de seu cotidiano: a escola perto da casa, o transporte fácil, a segurança na rua, a comida barata, o emprego perto de casa.Outra historinha diz que Deus carimbou alguns povos com tintas bem acentuadas. Aos gregos concedeu o amor à ciência; aos povos asiáticos, o espírito combativo; aos egípcios e fenícios (sendo estes últimos os atuais libaneses), imprimiu a marca do amor ao dinheiro. Aos brasileiros, Deus deu a capacidade de improvisar mais que outras gentes. Daí a propensão do eleitor para improvisar, mudando de candidato até se fixar naquele que melhor proposta fizer para seu bolso. Daí o arremate: o eleitor brasileiro é infiel. 

 


Fonte: Gazeta do Povo