Anos 2010: a década em que o casamento e o sexo perderam o sentido - Elite FM 101.7 - Energia positiva no ar!

Anos 2010: a década em que o casamento e o sexo perderam o sentido

Por: Elite FM
Publicado em 10/01/2020
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Desde que o casamento foi redefinido pela Suprema Corte dos Estados Unidos, a instituição passou por transformações que a enfraqueceram. Foto: Pixabay/Gazeta do Povo

Há uma década, o presidente Barack Obama afirmava que o casamento une um homem e uma mulher. O mesmo disseram 45 estados e o governo federal. Os únicos estados a redefinirem o casamento o fizeram por meio de tribunais ativistas ou,2009, por meio da ação legislativa. Nas urnas, os cidadãos votaram contra a redefinição. Os defensores do casamento entre pessoas do mesmo sexo diziam que buscavam apenas a “liberdade para se casarem”. Casais homossexuais já eram livres para viver como bem entendessem, mas a batalha jurídica dizia respeito à definição de casamento para toda a sociedade. Tudo tinha a ver que, depois que a campanha do “viva e deixe viver” saiu vitoriosa. Essas foram as primeiras consequências da redefinição, mas consequências mais profundas afetarão o casamento em si. A lei molda a cultura; a cultura molda as crenças; e as crenças moldam a ação. A lei agora ensina que mães e pais são substituíveis, que o casamento tem a ver apenas com uma relação consensual entre adultos. Afinal, se o casamento tem a ver apenas com uma conexão romântica, por que exibir monogamia? Se o casamento não é a união entre um homem e uma mulher, por que ele deveria envolver ou pressupor exclusividade sexual? Se o casamento não é uma união ampla inerentemente orientada para a criação dos filhos, por que ela deveria ser perpétua? A redefinição jurídica é uma consequência do colapso cultural do casamento. A monogamia saiu de moda. Mas o casamento entre pessoas do mesmo sexo é o catalisador de outros problemas. Daí a pressão para que vejamos o gênero como algo “fluido”, que existe em meio a um“espectro” de opções não-binárias. Há uma lógica mais profunda. A verdadeira união num só corpo, a base do casamento, era considerada algo ilusório. Alguns médicos hoje prescrevem drogas bloqueadoras de puberdade para crianças saudáveis, mas incapazes de aceitar seus corpos. Eles prescrevem terapia hormonal para adolescentes a fim de que seus corpos se adequem às suas identidades de gênero. 

 


Fonte: Gazeta do Povo