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Ideologia de gênero: o preço do suicídio social

Por: Elite FM
Publicado em 08/01/2020
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A promessa de felicidade instantânea da ideologia de gênero esconde uma realidade cruel: o alto índice de suicídio nos grupos que se submetem à transição. Foto: Pixabay/Gazeta do Povo

A diferença substancial da ideologia de gênero para as demais ideologias políticas está no foco do ataque. Enquanto as ideologias políticas buscam as massas, na esperança de conquistarem soldados fieis à causa, a ideologia de gênero ataca cada indivíduo em sua identidade mais íntima, transformando-os em cobaias de teorias sociais e psicológicas, fidelizando-os numa mentalidade antropológica totalitária, doentia e completamente ilusória. Elas retiram desses “bonecos” qualquer capacidade crítica da realidade, o óbvio se torna “opressor” e o fato “fascista”; em troca do “real” e do “óbvio” oferta um projeto utópico de “indivíduos cujas estruturas sexuais são maleáveis”. A intenção dessa contaminação per capita da consciência individual é óbvia: evitar contestações às ideologias que pretendem comandar a cultura e a política global. No arrimo dessa ideia de que o homem e a mulher podem verter-se sexualmente naquilo que eles bem entendem está a busca desesperada por felicidades instantâneas, saídas mágicas contra as duras imposições da realidade que não transladam suas raízes a fim de agradar os egos e fetiches dos homens. E na outra ponta estão os ideólogos da corte, cuja missão principal é arrumar um jeito de usar os anseios errôneos dos homens como nova via política de suas ideologias, e também costurar respostas abstratícias e empoladas que deem ao menos uma sensação de sustentação teórica para o absurdo intelectual do momento numa ideologia sem nenhuma fundamentação lógica e científica. Talvez seja muito precoce afirmar que a operação de resignação sexual cause diretamente aumento nos níveis de suicídio, é necessário estudos mais abrangentes e conclusivos.

 


Fonte: Gazeta do Povo