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A revolução socialista é inimiga da liberdade religiosa

Por: Elite FM
Publicado em 16/12/2019
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Foto:Pixabay/Gazeta do Povo

Defender o brocardo do Estado laico como sinônimo de Estado ateu é uma herança da incompatibilidade entre socialismo e liberdade religiosa. O pensamento revolucionário utilizou-se do poder da repressão para tolher o sentimento religioso, e agora trabalha por meio do discurso e da desobediência civil. Longe de ser uma teoria da conspiração contra o comunismo, a história nos mostra a natureza da revolução marxista. O pilar confessional da União Soviética era o ateísmo radical, conforme afirma Paul Frose: “A chegada do comunismo soviético no início do século 20 mudou drasticamente as relações Igreja-Estado nos territórios que estavam sob sua influência. O comunismo era único porque era a primeira ideologia política que não era apenas anticlerical, mas também defendia uma visão de mundo ateísta radical.”Trata-se da premissa do messianismo político-revolucionário: o Estado substitui o Messias da religião cristã. A metodologia revolucionária derruba a liberdade científica para que a Academia pesquise e debata apenas o que está debaixo de um mesmo plano, e é adversa à liberdade religiosa, por toda influência que ela produz nas civilizações. Assim como o corpo teórico do Cristianismo contém determinações para um governo justo, transparente e que viabilize emprego, renda, segurança e liberdade, no socialismo uma das principais determinações está no combate à religiosidade cristã Em suma, é impossível promover uma revolução socialista e a liberdade religiosa. 


Fonte: Gazeta do Povo