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Weintraub ataca militância nas universidades e fala do medo de morrer

Por: Elite FM
Publicado em 28/11/2019

Abraham Weintraub, ministro da Educação de Jair Bolsonaro não deixou de jogar luz sobre uma série de fatos constrangedores( e verdadeiros), o que lhe trouxe problemas e inimizades, dizendo:” as universidades públicas, ainda que tenham ilhas de excelência, gastam bilhões de reais por má gestão e militância política – escondidas em prestações de gastos pouco transparentes; as faculdades de pedagogia preparam mal os futuros professores; muitos educadores brasileiros não se importam com a ciência e continuam presos a dogmas de esquerda; boa parte das crianças e jovens brasileiros são reféns de docentes mal preparados e doutrinadores."Ou seja, Weintraub mexeu nos vespeiros de instituições superiores e sindicatos de professores.  O ministro fala dessa batalha, na qual trouxe soluções, e diz que se sente ameaçado, não só pelos mais de 60 processos que correm contra ele, mas também fisicamente. “Não tenho nada a ganhar com isso e é lógico que eu tenho medo. Não sou louco, eu tenho medo físico de morrer, tenho medo que façam mal físico a alguém da minha família”, disse. "O que o move então? O ideal de “livrar o país da ‘tigrada’”, das ações totalitárias que tentam dominar o Brasil. “Podemos até perder o país, mas pelo menos vou sair de cabeça erguida”. "É a primeira vez que tem um governo, que é o governo do presidente Bolsonaro, e um ministro disposto a comprar essa briga. Só o fato de a gente falar: olha o quanto eles gastam, olha o quanto eles custam, olha quanto cada um desses professores recebe, quanto eles dão de aula e quantos alunos se formam nas universidades; olha o nível da pesquisa acadêmica. E a gente vai chegar à conclusão mais óbvia que tem: é uma destruição de dinheiro gigantesca. São bilhões e bilhões e bilhões de reais que, todos os anos, são jogados na privada. Mais que jogados na privada, eles servem para alimentar uma militância espúria que se volta contra a própria sociedade, contra nós, pagadores de imposto. "Foi criada uma máquina, um mecanismo, a serviço de movimentos políticos. Não é que todas as universidades sejam assim, o que torna mais dramática a situação. 


Fonte: Gazeta do Povo