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Entenda a crise que culminou com a renúncia de Evo Morales

Por: Elite FM
Publicado em 12/11/2019
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Mais um país que rejeita a esquerda no poder demonstrando que o povo tem capacidade de mudar os destinos de sua nação-Foto: AFP/Gazeta do Povo

A crise política que culminou com a renúncia do presidente da Bolívia Evo Morales, e do seu vice-presidente Álvaro García Linera, começou um dia depois das eleições de 20 de outubro. Em um resultado questionado que levou a protestos de rua cada vez mais radicais, o presidente e seu grupo mais próximo de poder, como o vice, não aguentaram a pressão popular. Evo também foi afetado por escândalos de corrupção e acusações de uma guinada autoritária. O Conselho Permanente da Organização dos Estados Americanos (OEA) se reuniu para debater a situação das eleições presidenciais da Bolívia. A conclusão foi de que vários princípios que regem uma eleição democrática foram violados e que, diante da margem apertada, a melhor opção é assegurar um segundo turno eleitoral. As assembleias populares, com a participação de milhares de pessoas, decidiram manter os protestos nas ruas, greves e bloqueios de estradas até que haja novas eleições. Unidades da polícia se rebelaram contra a polêmica vitória eleitoral de Evo Morales e exigiram a renúncia do presidente. O comandante-chefe das Forças Armadas e da Polícia da Bolívia, o general Williams Kaliman, pediu ao presidente Evo Morales que renunciasse. Sem apoio das forças armadas, Evo Morales, uma hora após a declaração do general Williams Kalin, renunciou ao cargo, numa demonstração de que mais uma vez o povo rejeita a esquerda e seu desastroso sistema de governo .


Fonte: Gazeta do Povo e Elite Fm