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O Brasil e o brasileiro (você) podem ficar ricos

Por: Elite FM
Publicado em 05/08/2019
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O Brasil pode enriquecer e aumentar a renda per capita de sua população, mas não existem atalhos – Primeiro é preciso atacar os corruptos e a corrupção- Foto: Pixabay/gAZETA DO POVO

O Brasil caminha para a segunda década perdida em 40 anos.  A avaliação é do banco norte-americano Goldman Sachs.De 192 países analisados pelo FMI, 183 registraram crescimento maior que o Brasil entre 2015 e 2016. Fala-se até da “Soneca dos 50 anos”. Um trabalhador brasileiro hoje não produz muito mais que um trabalhador dos anos 60.A boa notícia é que o Brasil pode reverter essa situação, como fizeram a Coreia do Sul, Taiwan e Japão. Só que no governo de Lula e Dilma, o Brasil foi na contramão das experiências, que deram certo naqueles países e se afundaram nos recursos do BNDES para  angariar propinas e corrupção  com o dinheiro que poderia ter  transformado o Brasil numa Coreia do Sul ou Taiwan. Essa agenda da produtividade, para o Brasil, depende, sobretudo, da (1) redução das políticas protecionistas, (2) realização de investimentos em infraestrutura e (3) melhora da qualidade do capital humano brasileiro. As barreiras chanceladas pelo Estado brasileiro são tamanhas que somos mais fechados ao comércio internacional do que Cuba. Tarifas e cotas de importação geralmente reduzem o bem-estar econômico geral, obrigando os consumidores brasileiros a pagar mais caro por produtos de menor qualidade. A notícia da vez é que o presidente dos Estados Unidos Donald Trump quer fazer um acordo comercial com o Brasil. O Brasil montou um parque industrial com baixa capacidade e não foram expostas ao ambiente de competitividade no exterior, o contrário do que ocorreu na Coreia do Sul. O Brasil tem deficiências graves em logística, saneamento, energia e transmissão de dados. A China destina anualmente cerca de 7% do seu PIB em infraestrutura. A Índia, algo em torno de 5,5%. Enquanto isso, o valor gasto no Brasil é de apenas 2,2%.O Brasil precisa corrigir falhas estruturais na educação que tem problemas  graves em todas as áreas.


Fonte: Gazeta do Povo