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Governo quer a paz com caminhoneiros, mas tem pouco a oferecer

Por: Elite FM
Publicado em 29/07/2019

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, se reuniu com representantes dos caminhoneiros e outros integrantes do governo em seu gabinete, em Brasília. A meta do encontro foi sepultar em definitivo a possibilidade de que a categoria faça uma greve e repita os impactos da paralisação de 2018, que teve efeitos em todo o país. A ameaça de greve foi lançada quando entrou em vigor a nova tabela dos preços mínimos de fretes realizados pelos caminhoneiros. A norma foi bastante contestada pelos profissionais, que viram nela um retrocesso em relação à tabela produzida no ano passado, após a greve de maio. O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, se reuniu com representantes dos caminhoneiros e outros integrantes do governo em seu gabinete, em Brasília. A meta do encontro foi sepultar em definitivo a possibilidade de que a categoria faça uma greve e repita os impactos da paralisação de 2018, que teve efeitos em todo o país. A norma foi bastante contestada pelos profissionais, que viram nela um retrocesso em relação à tabela produzida no ano passado, após a greve de maio. O governo propõe preços diferenciados para o frete. Em meio à possibilidade de nova crise, o governo trouxe à mesa a possibilidade de estimular o consumo de gás natural como combustível para os caminhões, em substituição ao óleo diesel – este último, tido como um dos principais vilões para os profissionais da área, por conta do preço elevado. Todavia, esta mudança exige nova infraestrutura que demanda muito tempo, embora precise ser implementada. Em relação ao preço do frete, quem manda é a lei da oferta e da procura. Qualquer norma contra isso é um buraco na água. Há  mais de 300 mil caminhões ociosos e quem paga frete vai escolher quem  cobra menos.


Fonte: Gazeta do Povo e Elite Fm