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Por que o Brasil se alinhou com países islâmicos na ONU

Por: Elite FM
Publicado em 18/07/2019
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Salão do Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra, Suíça.| Foto: Elma Okic/ONU

O Brasil está se posicionando, em fóruns da Organização das Nações Unidas (ONU), contra o uso de expressões como "educação sexual", "gênero" e "serviços de cuidado sexual e reprodutivo" em documentos oficiais. Durante do Conselho de Direitos Humanos da ONU, que começaram em 24 de junho e terminaram na sexta-feira passada (12), o Itamaraty manifestou o desejo de alterar frases que contivessem termos desse tipo. A posição brasileira se alinhou com a de vários países islâmicos e contra a maioria das nações ocidentais. Segundo o Itamaraty, o fortalecimento da família e a defesa da vida motivaram o posicionamento. E alinhamento com as nações islâmicas não é automático. Em uma das resoluções, o Paquistão propôs retirar o termo "educação sexual" do documento oficial. O Brasil votou favoravelmente à proposta – junto com países com maioria ou expressiva população muçulmana, como Afeganistão, Bahrein, Bangladesh, Egito, Eritreia, Iraque, Catar, Arábia Saudita, Senegal e Somália. Também foram a favor da proposta outros países não islâmicos, como a China e a Eslováquia. Mas, como a maioria dos países, em especial os ocidentais, votaram contra, a proposta não foi acatada pelo Conselho de Direitos Humanos. O Itamaraty informou que o alinhamento do Brasil com outras nações não é automático por entender que a posição brasileira em favor do fortalecimento das estruturas familiares e da defesa ao direito à vida.


Fonte: Gazeta do Povo