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Viagem de Bolsonaro à Argentina traz à mesa a reforma do Mercosul e ‘uma nova Itaipu’

Por: Elite FM
Publicado em 06/06/2019
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Reforma do Mercosul e acordos energéticos podem significar vitórias para ambos os presidentes durante a viagem de Bolsonaro à Argentina. Foto: Isac Nóbrega/Presidência da República

Na agenda da viagem de Bolsonaro à Argentina está a reforma do Mercosul  –  apenas um mês antes da reunião da cúpula do bloco comercial, marcada para julho na Argentina.  Também deve ser negociado um tratado para a construção de duas hidrelétricas binacionais, tal como o acordo entre Brasil e Paraguai que permitiu a instalação na usina de Itaipu. As frequentes críticas à "dinastia Kirchner" e à Venezuela sinalizam a tendência de Bolsonaro apoiar a reeleição de Macri e trabalhar juntamente com o argentino para isolar a Venezuela, país suspenso do Mercosul por ruptura da ordem democrática. Macri foi o primeiro chefe de estado a visitar o Brasil após a posse de Bolsonaro. Os presidentes trataram da necessidade de “enxugar” o Mercosul. A retomada do tema    foi uma certeza na viagem de Bolsonaro à Argentina, terceiro maior parceiro comercial do Brasil, atrás apenas de China e Estados Unidos.Em janeiro, Bolsonaro e Macri debateram o acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia  – empacado desde que as negociações começaram em 1999  –, além da flexibilização das regras do bloco sul-americano, que atualmente impede que países integrantes negociem individualmente acordos de livre comércio com outras nações,   com a Comunidade Europeia, mas o Mercado Comum Europeu é muito complexo. É um acordo que pode render mais de US$ 60 bilhões ao Brasil. Estamos caminhando para esse trabalho de internacionalização e temos que trabalhar com países próximos e que tratam com respeito o empreendedor, e não as republiquetas que receberam vultosos empréstimos do governo PT e  o Brasilteve um calote de mais de um bilhão de dólares da Venezuela. O Brasil, em curto prazo,  pode fechar quatro grandes acordos: com a União Europeia, com o Canadá, com a Coreia e com o Nafta .


Fonte: Tratado Norte-Americano de Livre Comércio