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Meninas superpoderosas: o novo projeto de Janaína Paschoal

Por: Elite FM
Publicado em 20/05/2019

“Podemos estar diante da primeira peça legislativa que aborda a questão da violência contra a mulher colocando-a como protagonista da própria história. Pelo menos é o que eu acredito”. A deputada Janaína Paschoal pode ter virado a chave do raciocínio feito em torno das políticas públicas para mulheres, até agora feitas apenas para enxugar o gelo das injustiças que se empilham ao longo dos anos. O presidente Jair Bolsonaro teve a coragem de sancionar  uma das medidas mais importantes na área de violência doméstica: a medida protetiva de emergência dada pela delegacia. É uma mudança tênue, que só percebe quem tem vivência na prática. Antes, a mulher pedia uma medida protetiva, na prática executada pela polícia, mas ela só poderia ser efetivada com a aprovação de um juiz. O juiz tinha prazo de 72 horas para deliberar – e alguns levavam meses e muitas mulheres morreram. Houve quem dissesse que proteger a mulher emergencialmente, por deliberação da polícia, era tirar direitos do agressor. Na prática, Jair Bolsonaro teve a coragem  ao  permitir instrumentos legais para proteção imediata da mulher agredida, sem esperar a lentidão do Judiciário. Agora fica valendo a palavra da mulher agredida e a justiça tem quer agir em sua proteção imediata. A deputada Janaína Paschoal quer que, durante todo o Ensino Fundamental e Médio, pelo menos uma vez por semana todas as meninas tenham aula de alguma modalidade de luta corporal. As meninas precisam ser alertadas dos riscos que correm ao expor o corpo ou usar roupas sensuais. É óbvio que todo mundo tem o direito de se vestir como quiser, mas ignorar a realidade do mundo não vai proteger mulher nenhuma. Da mesma forma, toda mulher tem o direito de não ser agredida nem ser forçada a se envolver em situações violentas. Só que isso acontece e as que aprendem a reagir minimizam as consequências quando são tragadas para a violência. 


Fonte: Gazeta do Povo