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O julgamento de Jesus – Uma farsa!

Por: Elite FM
Publicado em 16/04/2019
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                              Essa foi a maior injustiça jurídica da história da humanidade! Artigo do professor Gilson Alberto Novaes Professor de Direito da Universidade Presbiteriana Mackenzie, campus Campinas revela: “Embora não seja teólogo, nem advogue na área criminal, atrevo-me a comentar, pelo que conheço, que o julgamento, a condenação e morte de Jesus, no plano do Direito, foram uma farsa. Jesus foi crucificado porque havia sido acusado de incitar o povo, de não pagar impostos ao Imperador, de se auto proclamar Rei, sem nenhum embasamento jurídico.

          O relato consta no Evangelho. Pilatos, ao julgá-lo – num julgamento político, não estava convencido da culpa de Jesus, tanto que deixou isso claro por várias vezes durante o interrogatório. Na sequência, Pilatos disse-lhes:” Levai-o vós, e julgai-o segundo a vossa lei”. Referia-se à lei dos judeus e não à romana. Mas os judeus queriam a morte de Jesus, e pela lei judaica isso não seria possível. Precisavam do Direito Romano. Descrito no versículo 31 do Evangelho de João.

         Pilatos não estava e nunca esteve convencido de que havia de condenar Jesus que declarava: ”Eu vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz.” Pilatos continuava afirmando: "Não acho nele crime algum". E fez uso da última estratégia propondo à multidão uma anistia pascal libertando um salteador, chamado Barrabás, para que a turba escolhesse quem deveria ser crucificado. E o povo optou por soltar Barrabás e crucificar  Jesus. Pilatos não se conformou e mandou trazer água, lavou as mãos dizendo: ”Estou inocente do sangue deste homem”.

         Não havia provas contra Jesus, foi preso arbitrariamente ,foi indiciado por inveja e não pode se defender, as testemunhas de acusação eram falsas, não houve procedimento legal.  Jesus não teve chance de apelar da decisão. O próprio Rui Barbosa, um dos maiores juristas que conhecemos, apontou várias ilegalidades nesse processo: Ilegalidade do julgamento noturno, testemunhas falsas, aliciadas pelo próprio juiz. Jesus não teve direito de defesa. Não pode se defender nem ser defendido, e por lei não poderia ser executado durante a Páscoa, a mais importante festa judaica.

          O código criminal romano foi desrespeitado. Essa foi a maior injustiça jurídica da história da humanidade! Mesmo assim, Jesus disse antes de morrer: "Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que estão fazendo!", conforme descreve Lucas, no capítulo 23.

         PS. Aconselha-se a petistas e associados, nem todos, apenas os tomados de imunização cognitiva, que não leiam este artigo, pois seriam capazes de dizer que esse julgamento de Jesus, um dia seria repetido na história com o novo salvador, condenado e preso sendo sua maior culpa, ser inocente, sem provas condenatórias, ter tirado milhões da pobreza (e deixado 13 milhões de desempregados, doutrinando que o paraíso seria o bolivarianismo tipificado na Venezuela).



Fonte: Laudi Vedana – Professor e Jornalista

Fonte das fotos: Laudi Vedana – Professor e Jornalista