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Como anda a agenda de privatizações prometida por Bolsonaro e Paulo Guedes?

Por: Elite FM
Publicado em 18/04/2019
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Foto: SERGIO LIMA / AFP

Passados 100 dias de gestão Bolsonaro, a agenda de privatizações – uma promessa de campanha – ainda não deslanchou e só deve ser colocada em prática após a reforma da Previdência. O governo acumula até aqui alguns recuos, como a desistência de privatizar a EBC (conglomerado de mídia) e a EPL (estatal do trem-bala que teria gasto várias dezenas de milhões sem  nada produzir de positivo), pois enfrenta a resistência de ministros militares em vender suas estatais. A privatização da Eletrobras, uma das mais aguardadas pelo mercado, deve ficar para 2020 e somente algumas empresas dependentes do Tesouro devem ser fechadas neste ano, como a Valec, a estatal de ferrovias. A meta inicial do governo era levantar US$ 20 bilhões com privatizações neste primeiro ano de gestão. Esse valor, segundo o secretário especial de Desestatizações e Investimentos do governo, Salim Mattar, deve ser superado em ao menos 50%.Mas a conta inclui a receita obtida com venda das subsidiárias das estatais – este, sim, um processo mais avançado, principalmente por causa da Petrobras, que já comanda um programa de venda de ativos desde 2016 . Ministério da Economia promete privatizar suas três estatais. Enquanto a lista de privatizações não sai, alguns ministérios já vão divulgando o que pretendem fazer com suas estatais. O Ministério da Economia, comandado por Paulo Guedes, é o mais favorável à agenda. A pasta é responsável por três estatais – Casa da Moeda, Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) e Dataprev – e todas elas serão privatizadas.


Fonte: Gazeta do Povo

Fonte das fotos: Imagem :Internet/Foto: SERGIO LIMA / AFP